HABITAÇÕES EM LOCAIS DE RISCO
Grande
parte da população moçambicana nos bairros suburbanos vive em casas que se encontram
em territórios desordenados, com ruas estreitas e labirínticas, favorecendo
a proliferação de vários problemas de saneamento e com impacto directo na
saúde. Obviamente, trata-se de problemas complexos que só poderão ser
convenientemente compreendidos se estudados profunda e pluridisciplinarmente. Este
é um caso exemplo do Bairro de Mavalane, onde as casas dividem o seu quintal
com os carris tal como será ilustrado pelas imagens a seguir.
É certo que reassentar famílias exige um processo que levaria longos anos de planificação e execução. No mínimo devia-se criar condições de se vendar a parte dos carris para impedir que as crianças brinquem neles, assegurando e salvando vidas. Os carris estão tão próximos que só de passar a locomotiva ate estremece o coração de quem esta tendo tal situação pela primeira vez. Mas futuramente deve se pensar ou planificar a translocação desta população para zonas que não estejam sob risco. De tão próximas dos carris que estão as casas, se o comboio descarrilasse seria um banho de sangue.
Pois no meu ponto de vista as casas
encontram-se bem próximas dos carris, o que põe em risco a vida dos habitantes
deste bairro. Lembrando que o comboio na sua maioria transporta cargas bastante
inflamáveis (petróleo, combustíveis, etc.). Uma explosão de uma das carruagens
pode causar irreparáveis danos e perdas humanas.
Além do que já foi mencionado, esta
imagem mostra uma situação crítica. O local usado para estacionar o automóvel
na imagem, seria impróprio. A outra situação agravante é que há diversas
barracas de venda e consumo de bebidas alcoólicas bem próximas aos carris. Já
da para imaginar o que acontece com os indivíduos que nestes locais frequentam após
a embriagues. Tal como se vê, há uma passagem para viaturas, só que há os que preferem
ignora-la ignorando até o próprio comboio. Situação que ceifa várias vidas.
É certo que reassentar famílias exige um processo que levaria longos anos de planificação e execução. No mínimo devia-se criar condições de se vendar a parte dos carris para impedir que as crianças brinquem neles, assegurando e salvando vidas. Os carris estão tão próximos que só de passar a locomotiva ate estremece o coração de quem esta tendo tal situação pela primeira vez. Mas futuramente deve se pensar ou planificar a translocação desta população para zonas que não estejam sob risco. De tão próximas dos carris que estão as casas, se o comboio descarrilasse seria um banho de sangue.



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